Top Hipster: Os Melhores Álbuns de Kpop de 2021!

Eu sou um grande fã de álbuns. Eu sei, meio contraditório pra quem acompanha uma indústria tão baseada em singles como o kpop, mas seguimos kk Todo ano eu tento decidir quais foram os álbuns que preferi pra guardar pra vida e continuar escutando (ano passado não consegui fazer por causa da correria da Fuvest, mas capaz de ainda aparecer aí).

Surpreendentemente, apesar de ser um ano mais fraco, o número de atos que acertaram nos álbuns foi bem maior. Se em 2020 muitos atos acertaram em singles, em 2021, os que poucos acertavam nos singles, também acertavam nos álbuns. Tanto que foi até difícil reduzir só a dez álbuns, mas vamos lá!

Lembrando que a lista é totalmente baseada na minha opinião (eu nem falei isso no post com as maiores decepções de 2021, mas né, tá implícito kK) e que nesta classificação, eu considero tanto full album quanto EP, sendo que, para eu considerar álbum, precisa ter, no mínimo, quatro faixas e mais de dez/doze minutos de duração total.

10. ALPHA, CL

ALPHA — CL | Last.fm

O mito que era o primeiro full album da CL se tornou realidade em 2021, depois de uma divulgação massiva contando com SEIS singles no decorrer de um ano. Conseguindo equilibrar sua persona de bad bitch construída durante o 2NE1 e sua persona indie reflexiva do In The Name of Love, CL conseguiu trazer um álbum redondinho e moderno, que, para o bem ou para o mal, soa exatamente o esperado para um álbum de hip-hop + R&B de 2021 (ou seja: MUITO trap, mas MUITO MESMO).

Eu particularmente prefiro o lado mais reflexivo e calmo da lenda, então fiquei feliz em não ser só batidão atrás de batidão. Destas, os singles SPICY e HWA foram realmente a melhor amostra de como a CL consegue ser a fodona sem perder o bom humor. Do lado mais “indie”, Let It rouba TODOS os holofotes, soando como uma daquelas power ballads eletrônicas do 2NE1 (ela, inclusive, gravou uma versão com a Bom e com a Dara, mas decidiu não lançar ainda *-*). Também recomendo ouvir a romântica 5 Stars (essa tem o melhor clipe da era, sem dúvidas) e a sombria Siren.

9. 4 ONLY, Lee Hi

4 ONLY | Discografia de Lee Hi - LETRAS.MUS.BR

Eu sempre gostei dos álbuns da Lee Hi na YG, então já imaginava que iria deitar para o álbum dela com mais liberdade criativa. 4 ONLY é um típico álbum de amadurecimento, com Lee Hi abraçando uma persona mais sensual, mais agressiva e, ao mesmo tempo, explorando ritmos diferentes com sua voz deliciosamente rouca.

Tem termos vocais e ritmicos, é o álbum que a Adele queria ter lançado mais nunca conseguiu! Lee Hi nunca cantou tão bem e nunca as melodias casaram tão bem com a voz dela. Não são apenas baladonas ou números retrôs genéricos, mas toda uma construção de R&B que passa pelo blues, pelo country, pelo disco, pelas baladinhas, pelo soul… Tem muitas faixas na tracklist que podem até não te chamar a atenção numa primeira ouvida, mas lentamente vão ficando na sua memória com o passar do tempo.

O único problema, pra mim (e fez o álbum quase cair fora do Top10) é a forma como ele é organizado. Com dez faixas, as primeiras cinco são as mais animadas e as últimas cinco são as mais lentas. A tracklist não valoriza a diferença de melodias na segunda metade e acaba fazendo-a parecer muito mais fraca do que de fato é. Tanto que as faixas que recomendo são todas da primeira metade, apesar de ter gostado do álbum como um todo: Red Lipstick, Intentions, Waterride e Bye. Nestas quatro, eu sinto como se estivesse escutando a Lee Hi cantando ao vivo em um barzinho pseudo-cult de Seoul, de tão viva e empolgante que está a interpretação dela e o instrumental.

8. The Chaos Chapter: Flight or Escape, TXT

Numa primeira ouvida, The Chaos Chapter me decepcionou muito. Com o direcionamento dos singles focados em pop punk e garage rock, eu esperava um álbum da Avril Lavigne versão kpop, mas não foi bem isto que recebemos. Só com o repack é que as coisas ficaram um pouco mais organizadas e eu entendi a proposta do álbum, curtindo bastante as album tracks no processo.

The Chaos Chapter possui três grandes direcionamentos: pop punk, funky e new jack swing, e o rap autotunado que já virou marca dos atos da HYBE. Esta diferença entre tonalidades dá uma boa variabilidade na tracklist, fazendo-a cansar muito menos que um álbum mais homogêneo, e consegue, pela primeira vez nos álbuns do grupo, equilibrar a variabilidade sonora com um caráter narrativo.

Do lado pop punk, ambos os singles, 0X1=LOVESONG (I Know I Love You) e LO$ER=LO♡ER, são bangers que conseguem trazer visualmente e sonoramente o grande charme rebelde e meio melancólico que o pop punk tem. Além deles, Anti-Romantic também é uma faixa bem produzida e interpretada por eles, podendo estar no álbum de qualquer bandinha fundo de quintal de hoje em dia.

Do lado funky, Magic parece uma demo roubada do SHINee (olha o elogio) e Ice Cream tem todo um flavor meio infantil que lembra Ice Cream Cake do Red Velvet (olha o elogio de novo).

Do lado do rap, não temos a melhor das interpretações (o autotune exagerado não ajuda muito), mas What if had been that PUMA faz um bom trabalho, trazendo o rap pra uma base mais sóbria no piano.

7. Taste of Love, Twice

First Time — TWICE | Last.fm

Taste of Love é, na minha opinião, o álbum mais sólido e bem produzido de toda a carreira do Twice. O álbum inteiro GRITA verão (o que é a grande proposta por trás) e não tem nenhuma faixa na tracklist que parece uma demo que poderia ter sido descartada ou melhor trabalhada antes de gravarem. Junte isso a um conceito visual envolvendo bebidas de verão e um single que usa exatamente esta analogia e, pronto, tínhamos tudo para termos o melhor álbum do ano!

Porém, o EP tem um problema que fez cair algumas posições: a discrepância GIGANTESCA entre o single e todas as outras faixas. Não é como se tivessem dois/três direcionamentos nas faixas (como aconteceu com o TXT), mas o single soa totalmente diferente das outras cinco faixas. A ideia de bossa-nova meets dance-pop ficou ótima e se destacou bastante, mas não encontrar nada do gênero em nenhuma album track foi bem decepcionante, por mais que a proposta de synthpop de verão focado no baixo delas seja muito boa e tenha combinado muito com o verão E com o lado mais sofisticado que o Twice aderiu em Can’t Stop Me.

Alcohol-Free é um single destruidor e sinestésico, isto já sabemos, mas vale nota também First Time, com os incríveis melismas da Jihyo e performances agudas bem impactantes da vocal line num geral, e a pulsante Baby Blue Love, que cresce em elementos e performance conforme cada integrante chega pra cantar sua parte, quase como um número musical perdido de High School Musical 2 (no bom sentido, porque eu AMO os números musicais desse filme kk).

6. Atlantis, SHINee

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Eu sou shawol. Tinha CERTEZA que a volta deles no curto espaço entre a volta do exército de três deles e a ida do Taemin iria trazer um álbum que estaria entre os melhores do ano. E, por mais que o single HORRÍVEL tentasse, Atlantis é mais um álbum redondo e super inventivo para o grupo (poucas pessoas falam dos fulls do SHINee, mas eles são incrivelmente bons).

Com o repack trazendo um single melhor, o álbum consegue brilhar com sua mistura de funky, house e R&B, trazendo várias demos que soariam básicas e esquecíveis na mão de outros atos, mas, juntando a textura das vozes do Onew, do Taemin e do Key, marcam nossa mente. Tanto que Atlantis é um daqueles álbuns que chama mais atenção pelo conjunto todo da obra do que por uma album track ou single bom (ou seja: não espere muitas faixas dele no Top 100 kk). Quando você dá uma arrumada na tracklist (como eu fiz nesta playlist), as faixas brilham de uma forma que dá vontade de só se deixar levar pela batida e curtir o momento.

Das faixas mais ousadas do álbum, se destacam CØDE, que traz um caráter futurístico diatópico, tanto em melodia quanto em letra, e Body Rhythm, o primeiro número de reggae do grupo. Das mais comuns, Kiss Kiss rouba a atenção como uma das faixas mais sexies do ano, Marry You eleva o R&B masculino a outros níveis com os harmônicos fininhos deles e I Really Want You brinca muito bem com o vocal dos quatro integrantes (sim, lembraram no Minho!), conforme cada um deles fala o nome da música de um jeito diferente no pós-refrão.

5. BAD LOVE, Key (SHINee)

BAD LOVE, Key: Pat Benatar está orgulhosa! – Aquário Hipster

Além de ser shawol, meu preferido deles é o Key. Mesmo o full meio médio dele eu já curtia, imagina agora que ele acertou não apenas no single, mas em toda a organização da tracklist? :v

O que impressiona em Bad Love (e falta em todos os álbuns que vieram antes na lista) é a clara organização entre single, album tracks, videoclipe, photobook, tracklist… É um projeto muito bem fechado e organizado, que sabe exatamente onde está mirando e quais mensagens quer transmitir. É até doido pensar que BAD LOVE tem apenas seis músicas, porque o Key conseguiu trazer uma variabilidade sonora E TEMÁTICA (o que é mais impressionante) digna de full albums gigantes.

Tem pop oitentista, tem sofrência, tem funky despretencioso, tem sexy… Só as demos e letras mais significativas foram escolhidas para entrar neste projeto e isto é visível. O single, Bad Love, por si só já é um dos melhores números oitentistas do ano (e olha que teve muitos!). Helium é uma das faixas mais sexies e mais viadas do ano com ele arfando quase tanto quanto a HyunA em Bubblepop. E, pra deixar mais tridimensional, Eighteen (End Of My World) traz uma reflexão bem profunda sobre ficar feliz com as próprias escolhas ao som de uma power ballad de refrão explosivo, tanto em vocais quanto em sintetizadores.

4. BORDER: Carnival, ENHYPEN

Kpop2K: ENHYPEN - Drunk-Dazed

É doido pensar que mais um álbum da HYBE tá aqui, ainda mais quase não se classificando como “álbum” (apesar de ter seis faixas, o EP tem duração de uns 15min só). Eu não sou fã do ENHYPEN nem nada (não sei o nome de nenhum deles), MAAAS o direcionamento artístico e sonoro de BORDER: Carnival foi invejável, conseguindo entregar algo que muita boyband vem tentando e falhando: um álbum pseudo-conceitual.

Com o tema de vampiros, o EP parece um verdadeiro filme sensual e sombrio onde a/o protagonista vai acabar morrendo de amores por um vampirão sexy (e pode acabar até morrendo mesmo no final!). Primeiro há o convite para o palácio dele (The Invitation), o vislumbre com este mundo novo (Drunk-Dazed), o rala e rola com direito a mordida no pescoço (FEVER), a percepção de que a tensão é mais romântica que sensual (Not For Sale), a decisão de ficar juntos, com a/o protagonista virando vampiro (Mixed Up) e a expectativa de um futuro cheio de aventuras com os dois juntos (The Wormhole).

Cada faixa contribui para a narrativa, lírica e sonoramente, nos fazendo mergulhar no mundo que a HYBE queria mostrar e ouvir o álbum de uma só vez. Eu gosto muito de faixas em que as pessoas falam ou sussurram em cima de uma melodia, então a Intro: The Invitation e a Outro: The Wormhole foram as que me chamaram mais atenção. Das músicas completas mesmo, recomendo muito FEVER, que consegue trazer um sexy appeal lento e suave, onde os meninos se colocam numa posição mais passiva do que ativa (ui!) para você que tá ouvindo.

3. 20 (Unexpected Journey of 20’s), from20

from20 (프롬트웬티) – Intro (Unexpected Journey of 20's) Lyrics | Genius Lyrics

E o meu bias de 2021 da Nugulândia não só conseguiu povoar o ano com singles bons, como também envelopou tudo em um álbum conceitual, narrativo e divertido, que consegue capturar bem esta ideia de “vivência jovem adulta” que ele parece querer mostrar. Para isto, eu pego como referência a tracklist da versão física, que traz todos os singles e b-sides que ele lançou no decorrer do ano (aqui a playlist que fiz juntando tudo na ordem certinha) e não a versão do Spotify do álbum (que só juntou o novo single e as inéditas num EP)

Eu recomendo literalmente TODOS os singles. O pescoçudo conseguiu trazer um direcionamento sonoro mirando nos anos 80, mas sem se perder em meio a tantas outras pessoas que estão fazendo o mesmo (sem contar que o carisma e sex appeal dele são ENORMES, sem nem precisar tirar a roupa e mostrar tanquinho kk). Cada single fez questão de trazer uma faceta diferente desta ideia (seja de uma melodia retrô, seja do discurso da vivência dos vinte anos) e o álbum juntando tudo isto só deixa a narrativa mais profunda, tridimensional e redonda, como um verdadeiro diário escrito enquanto ele tinha entre 20 e 29 anos.

Eu, literalmente, recomendo TODOS os singles. James Dean, RADIO (Will Sing Our Song), F**k You, Because it’ll be faster for you to forget me than me loving you e from20. Eu até me segurei um pouco na pré-seleção do Top 100 pra ele não aparecer TODA HORA kk (só selecionei umas duas músicas dele, pra dar espaço pra atos diferentes). De todos os álbuns, acho que este é o que eu recomendaria para qualquer um, seja gostando de kpop e retrô ou não, porque é, literalmente, um dos melhores projetos que eu já ouvi. Mas o pescoçudo é nugu, então vai lá da stream, porque só o Aquário (e talvez uma parte da blogosfera) que vai falar bem desse álbum mesmo… O pescoçudo tá precisando kk

2. Planet Nine: Alter Ego, ONEWE

ONEWE(원위) '비를 몰고 오는 소년 (Rain To Be)' MV | Kpopping

Oras, Tutu, por que então o álbum do from20 não foi o seu preferido do ano?

Bem, apesar de eu curtir muito o pescoçudo, 2021 foi um ano em que eu voltei a ficar apaixonado por bandas. Não boybands ou girlgroups, mas bandas mesmo que tocam os respectivos instrumentos e tals. E foi em uma ótima época, porque o cenário das k-bands EXPLODIU. Se antes só tínhamos os velhos de guerra, N.Flying e DAY6, em 2021 vimos várias bandas darem as caras no cenário coreano, cada uma mostrando um flavor diferente. E ONEWE foi uma das que tiveram o melhor conceito mais bem executado.

Misturar sci-fi e rock não parece uma boa pedida (ainda mais em como os números de rock estão cada vez mais pop), mas ONEWE conseguiu fazer funcionar. Usando e abusando dos teclados e de pequenos synths entre uma nota de guitarra e bateria, Planet Nine: Alter Ego consegue trazer um EP eletrônico que remete a viagem espacial, sem perder as características de uma banda de rock. As analogias são todas on point (seja se utilizando de referências naturais como os céus, estrelas e planetas ou pegando conceitos futuristas como robôs e inteligência artificial) e a interpretação vocal dos integrantes consegue transmitir muito bem tanto os momentos de maior fossa quanto os de maior alegria do álbum.

AuRoRa consegue ser uma das faixas mais catárticas do EP, com os vocais rasgados e sofridos te levando aquela bad bem do rock de garagem, e, no mesmo lançamento, Veronica explode em seus ouvidos como uma das faixas mais vibrantes do ano, como um encontro romântico em meio as estrelas. A.I. é outro destaque, com as vozes robotizadas dos integrantes fazendo o conceito de viagem espacial não se perder por estar presente apenas nas letras, mas na mixagem também.

1. The Volunteers, The Volunteers

The Volunteers Members kpop profile (2021 updated) | Kpopping

Mas nenhuma banda foi tão incrível, espetacular, mind blowing quanto The Volunteers. Este projeto da Yerin Baek com seu produtor e co-proprietário de sua gravadora independente (o guitarrista) não só trouxe o melhor álbum coreano do ano como também o melhor álbum de rock que eu já ouvi NA VIDA!

O grande problema do rock na minha opinião (especialmente o americano e o britânico) é a falta de profundidade e cuidado além dos singles e da figura do frontman (o vocalista principal). Não há album track realmente impactante ou grande diversidade de temas em meio a vários clássicos do rock, sem contar que toda a ideia da banda se perde porque visualmente só focam no vocalista. Como frontwoman, única vocalista e nome mais famoso do projeto, claro que Yerin Baek se destaca, mas isto não tira o foco da câmera de repousar em todos os outros membros.

Como se não bastasse já acertarem nesta parte, o álbum é muito bem produzido, cheio de influências ao punk, ao garage rock e ao arena rock sem soar só uma reprodução de bandas de vinte anos atrás. The Volunteers, apesar de ser todo em inglês e ter estas referências, não soa como um álbum de país anglófono, trazendo questionamentos e ponderações em suas letras que dificilmente veríamos no rock exclusivamente masculino dos EUA e do Reino Unido.

Seja questionando os papéis de gênero em PINKTOP, seja questionando a culpa católica no ambiente familiar em Nicer, seja em dúvida sobre seu papel no mundo em Radio, seja procurando escapar da realidade em Let me go!, seja fazendo a típica música de término em S.A.D… a banda soa bem mais profunda e energética do que qualquer outra, deixando as letras profundas e a melodia contagiar a cada faixa. Não é a toa que a maioria músicas passam dos três minutos e meio, porque a própria banda tomou como decisão criativa manter os hooks interessantes durarem mesmo depois que a letra acabasse, sem se preocupar com a quantidade de replays em streaming (algo que afeta e muito várias das músicas curtinhas de hoje em dia).

The Volunteers é um álbum que sei que ficará comigo por muito tempo, tal qual grandes gemas como REBOOT das Wonder Girls, e, se você não se incomoda com o som de rock, recomendo dar uma ouvida, porque é incrível!

Este é um de uma série de posts comemorativos de final de ano, ranqueando tudo de bom e de ruim que teve em 2021 kk Me fala aí nos comentários se tem algum álbum de 2021 que te marcou muito ^^

E um Feliz Natal pra você e todos os seus entes queridos xD!!!!

Se quiser, dá uma olhada nos outros posts de final de ano: As Ruins | BLs | Músicas [86-100] [71-85] [56-70] [41-55] [26-40] [11-25] [1-10]

O Aquário Hipster também tem Twitter!! Segue lá: @AquarioTutu

17 comentários em “Top Hipster: Os Melhores Álbuns de Kpop de 2021!

  1. A maioria aí nunca nem ouvi falar 🤣🤣🤣
    Mas eu vendo twice praticamente em todos os tops e fico imaginando, como esse grupo cresceu e tá sabendo fazer música. Surpreendentemente os dois álbuns delas esse ano foram marcantes.

    Curtido por 1 pessoa

  2. Amei sua interpretação ao álbum do ENHYPEN!!! Eu sou simplesmente PÉSSIMA pra perceber as narrativas e conceitos que os atos (seja de kpop ou de qualquer outro gênero musical) trazem em seus trabalhos e quando vejo interpretações de outras pessoas eu fico tipo: “nossa que incrível, como eu não percebi isso?”. Queria conseguir entender melhor os conceitos 😭
    E os meus álbuns favoritos do ano foram também Atlantis (porém excluí Don’t Call Me rsrs), Taste of Love e Formula of Love (Twice), Savage (aespa), Better (BoA, é de dezembro de 2020 então acho que conta), Unnatural (WJSN) e Querencia (Chungha). Esse ano realmente houveram álbuns muito bons, para mim, mais do que qualquer outro ano!

    Curtido por 1 pessoa

    1. Fico feliz que tenha gostado da interpretação xD Eu sempre gosto de caçar uma narrativa, então as vezes eu acabo vendo coisa até onde não tem kk

      O da BoA eu contaria como álbum de 2021 tbm, mas foi lançado numa época mó ruim @-@’ Eu acabei nem ouvindo direito kk

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